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Tire suas dúvidas

Perguntas frequentes.

As dúvidas mais comuns de quem precisa adequar a empresa à NR-1. Não encontrou a sua? Fale com a gente.

A plataforma

Quais instrumentos científicos a plataforma utiliza?

A avaliação usa questionários validados e reconhecidos internacionalmente — não pesquisas genéricas. Entre eles: o HSE Management Standards (referência britânica para fatores psicossociais), o JCQ (modelo demanda-controle), o ERI (equilíbrio entre esforço e recompensa) e a escala de Segurança Psicológica, alinhados também à ISO 45003. A combinação é definida conforme o objetivo de cada avaliação, garantindo confiabilidade científica e aceitação técnica.

Em quanto tempo recebemos os resultados?

O dashboard interativo é liberado em até 72 horas após o encerramento da coleta de respostas. Já o relatório técnico, por ser interpretado e redigido por uma médica do trabalho, tem prazo proporcional ao porte da empresa e ao volume de respostas — quanto maior e mais segmentada a organização, mais aprofundada é a leitura. O cronograma exato é definido com a sua equipe no início do projeto.

O que o dashboard tem de diferente de um relatório comum?

Em vez de gráficos estáticos numa folha de PDF, você recebe um painel vivo: dá para explorar os dados por conta própria, cruzar variáveis e filtrar os resultados por setor, função, geração e jornada de trabalho. Isso permite enxergar exatamente onde o risco se concentra e direcionar o plano de ação com precisão — em vez de uma leitura única e engessada. O relatório técnico acompanha o painel, mas é ele que coloca a informação viva nas mãos da gestão.

Quem elabora e assina o relatório técnico?

O relatório é elaborado e interpretado pela Dra. Ana Paula Teixeira, médica do trabalho com mais de 28 anos de experiência e uma das principais referências em saúde mental no trabalho no país — premiada com o Prêmio Proteção Brasil (Ouro e Prata) e 1º lugar nacional na prova de título da ANAMT. Não é um documento gerado automaticamente: é a leitura clínica e técnica de quem domina o tema, o que dá peso e credibilidade ao resultado perante a empresa e a fiscalização.

Como garantir que os trabalhadores respondam com sinceridade?

O anonimato é garantido pela arquitetura da plataforma: os resultados são sempre apresentados de forma agregada, sem identificar quem respondeu, e tratados em conformidade com a LGPD. É esse sigilo que dá segurança ao trabalhador para responder com honestidade — tornando os dados mais representativos e confiáveis. Também orientamos a comunicação interna para aumentar a adesão sem comprometer o anonimato.

Conformidade e dúvidas

Minha empresa é mesmo obrigada a avaliar os riscos psicossociais?

Sim. Desde a atualização da NR-1 e a Portaria MTE 1.419/2024, toda organização que admite trabalhadores precisa identificar, avaliar e gerenciar os fatores psicossociais de risco dentro do PGR. A exigência vale independentemente do porte — o que muda é a proporcionalidade da abordagem.

Como o diagnóstico entra no PGR e fica defensável numa fiscalização?

O diagnóstico entrega exatamente o que o PGR precisa: identificação dos fatores psicossociais, avaliação do risco e subsídios para o plano de ação. Você recebe um relatório técnico estruturado, elaborado sob responsabilidade da Dra. Ana Paula Teixeira (médica do trabalho), que serve de evidência técnica para demonstrar, diante de auditoria ou fiscalização, que a empresa avaliou e está gerenciando esses riscos.

Qual a diferença para uma pesquisa de clima ou para a AET?

A pesquisa de clima mede satisfação, não risco psicossocial. Já a Análise Ergonômica (AEP/AET) avalia as condições e a organização real do trabalho — e a avaliação por questionários complementa essa análise, sem substituí-la. O diagnóstico da Escutaris usa instrumentos validados, classifica o risco por setor, função e geração e gera subsídios que se integram à AEP, ao inventário de riscos e ao plano de ação do PGR.

Empresas de pequeno porte e órgãos públicos também precisam?

Sim. A gestão de riscos psicossociais se aplica a organizações de todos os portes e também à administração pública. O que adaptamos é a profundidade e o instrumento, para que a avaliação seja proporcional à realidade de cada organização sem perder validade técnica.

Se um risco for identificado, somos obrigados a agir?

Identificar e não agir é o pior cenário, inclusive do ponto de vista legal. A NR-1 exige medidas de prevenção e controle proporcionais ao risco encontrado. Por isso o relatório técnico já traz a análise dos resultados e subsídios para priorizar o plano de ação — e, para riscos mais críticos, indicamos os encaminhamentos mais urgentes, para que a empresa saiba exatamente por onde começar.

Como justifico esse investimento para a diretoria?

Além da conformidade legal, os números convencem: os transtornos mentais são a 3ª maior causa de afastamento pelo INSS, cada afastamento custa em média mais de R$45 mil por trabalhador ao ano, e a OMS estima um retorno de US$4 para cada US$1 investido em saúde mental. O diagnóstico transforma um tema tido como subjetivo em dados objetivos que a diretoria entende e aprova.

Diagnóstico pontual basta, ou isso precisa ser contínuo?

A NR-1 trata a gestão de risco como processo contínuo, não como um retrato isolado. Por isso oferecemos acompanhamento em ciclos: reavaliação periódica e indicadores que mostram se as medidas adotadas realmente estão reduzindo os riscos. Assim a liderança enxerga evolução ao longo do tempo, e não apenas um diagnóstico que fica na gaveta.

Quanto custa?

O investimento depende do porte da organização e do número de trabalhadores — por isso elaboramos uma proposta sob medida para cada empresa. A conversa de alinhamento é gratuita e sem compromisso: nela você recebe a proposta exata para o seu caso.

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